Pra não dizer que não falei de... nada...
Olá amigos distantes e raros. Como havia proclamado, não tenho encontrado muito tempo para postar pra vocês, o que não é novidade. Mas eis um sinal de vida dado pela minha pessoa, que consiste em dois poeminhas: um do Mario Quintana, o qual não sei o nome, mas tenho bastante apego; o segundo, uma sandice ou inutilidade escrita por minha pessoa num dos momentos de devaneio, sempre muito frequentes rsrsrs.
No mais é só! Ainda não desenvolvi um meio eficaz de divulgação deste espaço e custa muito caro o marketing nos grandes sites, portanto minha segurança quanto ao que posto aqui é a de que raríssimos serão seus leitores, mas igualmente fieis e queridos. Aos que, por ventura, caírem de para-quedas nesta ante-sala, perdoem, ela não sabe o que escreve ahahahahaha
Beijos a todos!
Os poetas não são azuis nem nada,
como pensam alguns supersticiosos
nem sujeitos a ataques súbitos de levitação.
O de que eles mais gostam é estar em silêncio,
um silêncio que subjaz a quaisquer escapes
motorísticos e declamatórios.
Um slêncio...
Este impossível silêncio
em que escrevo e em que me lês.
(Mario Quintana)
Se não cabem palavras,
que caibam carícias
que mereçam gestos e sons
toques e risos.
Que inundem suores e ardam calores.
Pois a boca, se não fala,
cala o que o corpo transborda,
o que nele não cabe
de pequeno seu espaço
de grande seu sentido.
(2007)
como pensam alguns supersticiosos
nem sujeitos a ataques súbitos de levitação.
O de que eles mais gostam é estar em silêncio,
um silêncio que subjaz a quaisquer escapes
motorísticos e declamatórios.
Um slêncio...
Este impossível silêncio
em que escrevo e em que me lês.
(Mario Quintana)
Se não cabem palavras,
que caibam carícias
que mereçam gestos e sons
toques e risos.
Que inundem suores e ardam calores.
Pois a boca, se não fala,
cala o que o corpo transborda,
o que nele não cabe
de pequeno seu espaço
de grande seu sentido.
(2007)
Escrito por às 09h59
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